
Será uma vez...
Não há nada mais aborrecedor que algo que não funcione. Um livro fechado na estante não significa nada. Livro é para ser usado (lido, relido, estudado, detestado, criticado, amado, praticado...). Além disso, viabilizar o acesso de crianças e adolescentes em situação de abrigo a mundos imaginários e também das possibilidades através da Literatura e das Artes conquistando terras sem fronteiras, constitui um trabalho primordial e de relevância social. É necessário então, reconstruir a auto-estima de cada um a partir de seu universo particular, buscar a identidade do grupo para se chegar a um lugar comum. Por estes motivos é pensada a estruturação e implantação de uma Estação de Conhecimento no Abrigo “Sem citar o nome”, a qual irá ao encontro das necessidades de seus protagonistas (das crianças e adolescentes abrigados, mas também dos monitores, cuidadores, pedagogos, psicólogos...). Esta deverá possuir um acervo generalizado e, por outro lado, especializado em Artes, Literatura, Literatura Infantil e Juvenil, além de dispor de Gibiteca e Brinquedoteca, para possibilidades diferentes, para reconhecer no outro, alegrias, angústias e saídas passíveis da existência humana. Vivências estas que não se observam sem o livre acesso à leitura e aos bens culturais.
Enquanto isso...
Enquanto não temos a Estação, preparamos a Mala, que não deixa de ser um começo para uma deliciosa viagem, através da leitura da literatura infantil e juvenil, também podemos ir à Biblioteca Pública e exercer um pouco da cidadania fazendo ali a inscrição e obtendo uma carterinha para retirar os livros desejáveis. Nesses encontros como grupo algo fica perdido, porque todos querem falar e ter atenção ao mesmo tempo, então foi pensado uma mediação de leitura, de cultura e de informação personalizada. O “contar histórias”, a “ida a Biblioteca”, as “trocas sobre leituras” e as “oficinas” acontecem com no máximo três pessoas, sendo duas delas de características próximas (idade, sexo, afinidades, gosto, compreensão intelectual) e uma outra, necessariamente, o mediador.
E assim...
Se existe uma distância entre os bens culturais e este público, a instalação da Estação com os programas de leitura, as interações destes com o universo de seus agentes, bem como, a mediação do texto escrito e a mediação cultural visam aproximá-los com o objetivo de facilitar a compreensão da obra, seu conhecimento sensível e intelectual, de maneira a inserir este público não somente no contexto cultural, mas, sobretudo social. Busca-se, portanto, através de ações sistemáticas levar a criança e o adolescente a se apropriar simbolicamente de informações culturais objetivando seus protagonismo.
Não há nada mais aborrecedor que algo que não funcione. Um livro fechado na estante não significa nada. Livro é para ser usado (lido, relido, estudado, detestado, criticado, amado, praticado...). Além disso, viabilizar o acesso de crianças e adolescentes em situação de abrigo a mundos imaginários e também das possibilidades através da Literatura e das Artes conquistando terras sem fronteiras, constitui um trabalho primordial e de relevância social. É necessário então, reconstruir a auto-estima de cada um a partir de seu universo particular, buscar a identidade do grupo para se chegar a um lugar comum. Por estes motivos é pensada a estruturação e implantação de uma Estação de Conhecimento no Abrigo “Sem citar o nome”, a qual irá ao encontro das necessidades de seus protagonistas (das crianças e adolescentes abrigados, mas também dos monitores, cuidadores, pedagogos, psicólogos...). Esta deverá possuir um acervo generalizado e, por outro lado, especializado em Artes, Literatura, Literatura Infantil e Juvenil, além de dispor de Gibiteca e Brinquedoteca, para possibilidades diferentes, para reconhecer no outro, alegrias, angústias e saídas passíveis da existência humana. Vivências estas que não se observam sem o livre acesso à leitura e aos bens culturais.
Enquanto isso...
Enquanto não temos a Estação, preparamos a Mala, que não deixa de ser um começo para uma deliciosa viagem, através da leitura da literatura infantil e juvenil, também podemos ir à Biblioteca Pública e exercer um pouco da cidadania fazendo ali a inscrição e obtendo uma carterinha para retirar os livros desejáveis. Nesses encontros como grupo algo fica perdido, porque todos querem falar e ter atenção ao mesmo tempo, então foi pensado uma mediação de leitura, de cultura e de informação personalizada. O “contar histórias”, a “ida a Biblioteca”, as “trocas sobre leituras” e as “oficinas” acontecem com no máximo três pessoas, sendo duas delas de características próximas (idade, sexo, afinidades, gosto, compreensão intelectual) e uma outra, necessariamente, o mediador.
E assim...
Se existe uma distância entre os bens culturais e este público, a instalação da Estação com os programas de leitura, as interações destes com o universo de seus agentes, bem como, a mediação do texto escrito e a mediação cultural visam aproximá-los com o objetivo de facilitar a compreensão da obra, seu conhecimento sensível e intelectual, de maneira a inserir este público não somente no contexto cultural, mas, sobretudo social. Busca-se, portanto, através de ações sistemáticas levar a criança e o adolescente a se apropriar simbolicamente de informações culturais objetivando seus protagonismo.
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